sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Um vazio intragável

Quão vazias são as pessoas que não sabem amar
Sem brilho nos olhos
Mais vazias aquelas que tem medo de amar
Sem sorriso bobo ou,
Alegria permanente

Das primeiras eu tenho dó
Mas sei que ainda irão aprender
Afinal, amar não é tão difícil
Das segundas eu tenho pena
Quem teme amar não vive, existe

Pessoas mortas por dentro
Morte espiritual, morte da alma
Para essas a vida não tem cor
Levam uma vida monótona
Intragável, maçante

Pessoas que não se arriscam
O medo de amar inibe os sabores da vida
Tenho medo dessa gente
Vazios, sem alma
Se não amam, não falam de amor

Fogem dele (do amor) como o diabo foge da cruz
Invejam quem fala de amor
Invejam quem ama com facilidade
Não evoluíram o bastante pra amar
Tamanha inveja, magoa.


Pedro Bragança

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